terça-feira, 14 de outubro de 2008


A PREVENÇÃO COMEÇA EM CASA!!

Pessoas, nos mais diferentes lugares, em cidades consideradas pacatas, em famílias ditas ´equilibradas´, são surpreendidas pela violência promovida pelas drogas. Adolescentes e jovens, na ilusão do prazer, com a vontade de descobrir e de sentir ´novas sensações´, são facilmente tragados por substâncias que têm a capacidade de transformá-los em verdadeiros escravos e ainda levá-los a praticar atos violentos, dentro e fora de casa.

A Palavra de Deus nos diz "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." Salmo 5:5.Estes loucos são os que se envolvem principalmente com drogas, e não os doentes mentais que sofrem por uma debilidade humana.

A grande oferta de drogas e a difícil missão dos órgãos repressores em coibir ações criminosas de compra e venda dessas substâncias, muito contribui para a proliferação desse mal, porém isto não é motivo para afastar-se de Deus e de seus ensinamentos.

A falta de perspectiva do jovem num mundo de concorrência infernal, valores invertidos, desinformação, desigualdade social, ausência de referenciais positivos também contribuem.
A família é a maior sofredora e a maior perdedora nessa guerra. O lar é o ambiente ideal para se promover a prevenção. Acredito que a saída está na construção de relações fortes, diálogo, troca de informações, interesse no outro, criação de oportunidades para uma maior aproximação entre as pessoas, a começar em casa. É uma luta de todos nós!

Portanto meu caríssimo jovem reflita, e, corra agora mesmo para os braços do Senhor Jesus Cristo, antes que seja tarde demais e diga uma vez por todas, "Drogas na minha vida NÃO!!!! e o SANGUE DE JESUS TEM PODER!!!."

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Editorial
A torcida da inflação

Reportagens
Novos esqueletos no armário

Brasil
A "LÔRA" contra a MORENA
O casal do barulho
O ministro sumiu

Colunas
Ricardo Boechat
Leonardo Attuch
Brasil Confidencial
A Semana
Cartas

Brasil
O canteiro de obras

Internacional
A epopeia de Ingrid Betancourt

Comportamento
Camisinha para todos

Entrevista
"Lula comprou os movimentos sociais"

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Reportagem de Capa
Beber e dirigir agora dá cadeia

Editorial
A eleição da "ficha suja"

Reportagens
Adeus, dona Ruth

Brasil
Lindberg denunciado

Colunas
A Semana
Ricardo Boechat

Brasil
A campanha do telhado de vidro
O buraco do PAC
O último dos autenticos
Pública ou oficial?

Colunas
Confidencial
Leonardo Attuch
José Márcio Camargo

Internacional
Bom para eles, ruim para nós?

Comportamento
Internet rápida nas escolas

Entrevista
''O Brasil não vai escapar da inflação'' :: Carlos Lessa

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Capa
A mão pesada do exército

Editorial
A volta da ciranda

Brasil
Minc e o lixão de paciência
Confidencial
Floresta zero?
O calote do professor Delúbio
Temporão na corda bamba

Colunas
Leonardo Attuch
Ricardo Boechat

Internacional
Argentina em pé de guerra

Economia
Ligação Estatal

Comportamento
Sem cerimônia

A Semana
Pé-de-moleque, quentão e pinhão
Fidel critica Caetano
Lula fecha o cerca à bebida

Entrevista
Tarso Genro : ''Chega de fachada''

ENTREVISTA - COMANDANTE DA MARINHA

"O País está vulnerável"

Almirante diz que Força não pode estar presente onde precisa e que, para isso, espera liberação de verba contingenciada

Tânia Monteiro


No momento em que os preços do petróleo disparam no mundo, o Brasil descobre novas e valiosas reservas em sua costa e a Nigéria se vê obrigada a fechar seu principal campo petrolífero após ataques de grupos rebeldes, o comandante da Marinha, almirante Julio de Moura Neto, adverte que o Brasil precisa aumentar a segurança em suas bacias. “Estamos vulneráveis”, diz. “É impossível, com os meios que temos hoje, estarmos presentes onde precisamos.'

O almirante defendeu a duplicação da frota de navios-patrulha, passando dos atuais 27 para 54. Segundo ele, a Marinha também está empenhada na construção de submarinos e no prosseguimento de seu programa nuclear, outras de suas prioridades. “Pode dizer que o País está vulnerável, porque não tem a quantidade de meios suficientes para se fazer presente em toda a área de responsabilidade, principalmente nas proximidades de todos os campos de petróleo”, afirmou ele ao Estado, depois de tentar minimizar a preocupação com a reativação da quarta frota norte-americana, para patrulhar as águas do Atlântico. Mas avisou que o Brasil não aceitará, “em hipótese alguma”, interferência em assuntos internos.

Houve mudança no plano de reequipamento da Marinha para poder proteger os novos campos de petróleo?
Tenho defendido a importância de a Marinha ter seus navios e estar equipada para tomar conta das nossas águas jurisdicionais que têm petróleo, gás, muita pesca, uma quantidade enorme de interesses, além do tráfico marítimo. Essas descobertas na camada pré-sal só reforçam a necessidade de a Marinha ter navios em número suficiente para se fazer presente.

Quais as prioridades?
A prioridade nº 1 são os submarinos; a segunda, a construção de navios-patrulha para podermos estar junto às plataformas de petróleo, cumprindo a missão constitucional da Marinha. Precisamos continuar a construção dos submarinos convencionais e chegar à do submarino de propulsão nuclear. São armas de grande persuasão e o poder naval necessita delas. A Marinha considera de fundamental importância continuar construindo submarinos convencionais para não perder toda a qualificação que nós obtivemos na construção dos submarinos convencionais no Brasil.

Os recursos prometidos estão assegurados?
Os R$ 130milhões (para o programa nuclear) que o presidente prometeu estão inseridos no orçamento da Marinha, que é de R$ 1,976 bilhão, este ano. Houve um contingenciamento de R$ 400 milhões e temos muitas esperanças de que tudo será liberado a curto prazo. Mas estamos querendo ainda uma verba extra-orçamentária de R$ 330 milhões para outras necessidades da Força. Queremos ter de volta o que estava previsto na lei orçamentária, R$ 2,177 bilhões, e foi retirado por causa da perda da CPMF. Com esse total esperamos cumprir exatamente o que planejamos.

E o dinheiro dos royalties?
Temos R$ 3,2 bilhões (atrasados a receber). São recursos que têm sido contingenciados. Este ano, a previsão de arrecadação é de R$ 1,7 bilhão e, desse total, cerca de R$ 1 bilhão já está no Orçamento. Se uma parte desse dinheiro fosse liberada, dava para construir todos os navios que nós precisamos. Queremos 27 navios-patrulha. E queremos mais R$ 100 milhões para iniciar o programa e, durante os anos seguintes, precisamos continuar recebendo o mesmo valor. Cada navio custa R$ 80 milhões. Eles vão atender não só às bacias do Rio de Janeiro, mas de Vitória, Campos, Santos, Sergipe, entre outras. Mas estamos certos de que, a exemplo do que houve no ano passado, teremos todo o dinheiro contingenciado liberado.

Quando esses navios podem ser adquiridos?
Em julho vamos abrir um processo licitatório para a construção de quatro navios-patrulha de 500 toneladas. Já é o primeiro passo para chegar ao número que necessitamos. Precisamos desses navios para estarmos permanentemente junto às plataformas de petróleo, que estão cada vez mais distantes. Todos serão construídos aqui e a média de tempo para um navio-patrulha ficar pronto é de dois anos e meio.

Com o poder naval de que dispõe, o Brasil tem condições de proteger seus campos de petróleo?
Mesmo para o caso da Bacia de Campos, que é mais próxima do litoral, nossos navios-patrulha não são suficientes. À medida que formos para bacias cada vez mais distantes, precisaremos de ter mais navios. É impossível com os meios que temos hoje estarmos presentes onde precisamos.

E o pessoal da Marinha está treinado para proteger as plataformas de petróleo?
Temos feito os treinamentos, inclusive de proteção às plataformas, de comum acordo com a Petrobrás. São exercícios de várias formas, de retomada e resgate de plataforma, usando tropas de fuzileiros navais ou mergulhadores de combate.

Os Estados Unidos, justamente agora que o Brasil está descobrindo seguidas reservas de petróleo, anunciaram o retorno da quarta frota. Há temor de reativação dessa quarta frota?
A quarta frota está sendo reativada para cumprir uma missão que eles já fazem, por meio da segunda frota, que consideravam que estava sobrecarregada. Os dois países têm um relacionamento absolutamente correto no plano diplomático. As Marinhas se respeitam. Portanto, não há preocupação maior.

Mas vamos admitir que eles dêem palpite aqui, que andem por aqui.
Na política externa, o Brasil defende a autodeterminação dos povos, não-intervenção em assuntos internos e a busca pacífica da solução de controvérsias. Assim como defendemos isso, queremos ser tratados dessa forma. Que os outros países do mundo respeitem exatamente esses mesmos princípios. Os Estados Unidos têm dado todas as garantias de que respeitarão todas as figuras jurídicas, criadas na Lei do Mar, por meio da Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar. E isso envolve as zonas econômicas exclusivas, onde os Estados costeiros têm direito exclusivo de explorar os recursos vivos e não-vivos do mar, do solo e do subsolo. E os EUA têm manifestado, permanentemente, o respeito a essa convenção.

Mas o País aceitará interferência?
Em hipótese alguma. Assim como propalamos a não-intervenção nos assuntos internos, a autodeterminação dos povos e a busca da solução pacífica de controvérsias, exigimos ser tratados assim.

O Estado de São Paulo

Chávez confirma compra de armas


O presidente Hugo Chávez afirmou ontem que a Venezuela continuará reforçando seu poderio Militar. Ele fez o anúncio durante um desfile Militar no Estado de Carabobo, após informar que o vice-presidente Ramón Carrizález e o ministro da Defesa, general Gustavo Rangel Briceño, viajarão para a Rússia para intensificar a cooperação com esse país. “Nossa revolução é pacífica e quer continuar sendo pacífica, mas que ninguém se engane. Esta é uma revolução armada”, declarou Chávez.

Em 2004, o presidente venezuelano iniciou uma série de compras de armamentos, entre eles 100 mil fuzis Kalashnikov, 53 helicópteros e 24 aviões Sukhoi. Ontem, Chávez conversou por telefone com o premiê russo, Vladimir Putin. Ele agradeceu o apoio à Venezuela para a compra de armamentos e para enfrentar o “bloqueio” dos EUA.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Revista IstoÉ

Floresta zero?
Mangabeira admite flexibilizar limites ao desmatamento
Hugo Marques
Uma das grandes bandeiras do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) é a ampliação no limite atual do desmatamento da Floresta Amazônica, de 20% para 50%. Ele é autor de um projeto de lei nesse sentido, que tramita na Câmara dos Deputados - projeto que já foi apelidado de "Floresta Zero". Nesta semana, o senador ganhou um parceiro de peso: o ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, que assumiu a coordenação do Programa Amazônia Sustentável (PAS). Numa reunião com colegas de governo, na terça- feira 17, Mangabeira admitiu a flexibilização do limite legal do desmatamento: "Não há nenhum assunto tabu", assegurou o ministro. Ele deu a entender que, antes mesmo da possível aprovação do "Floresta Zero", poderia haver mudanças nos limites atuais através do chamado zoneamento ecológico-econômico. Trata-se de autorizações dadas pelos Estados para que o limite de desmatamento supere os 20% permitidos pela lei federal. Isso já acontece no Acre e em Rondônia. Procurado por ISTOÉ, Mangabeira não quis comentar o assunto.A declaração do ministro acendeu uma luz amarela entre os ambientalistas e dentro do próprio governo. O diretor internacional do Greenpeace na Amazônia, Paulo Adário, acha que Mangabeira faz o jogo dos madeireiros e fazendeiros que ocupam a floresta de forma ilegal. "Existe um movimento orquestrado de mudança do Código Florestal para permitir a expansão do agronegócio na Amazônia", diz Adário. "O Mangabeira é um ministro do futuro com estratégia do passado, que adota a lógica do avanço da colonização da Amazônia na pata do boi, a mesma visão dos militares na década de 70." O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lembra que conversou com o presidente Lula e informou que iria à Câmara e ao Senado procurar os líderes para derrubar qualquer medida que flexibilize o limite legal de desmatamento. "É uma posição que não é do Ministério do Meio Ambiente, é do presidente Lula e do governo, e é contrária à redução da reserva legal", disse Minc na quinta-feira 19, através de e-mail encaminhado pela sua assessoria.Mangabeira Unger também dá sinais de que defende um tratamento diferenciado na região amazônica. "O Plano Amazônico Sustentável tem a ver com a Amazônia Legal, que é muito mais do que floresta, é 59% do Brasil, e inclui vastas áreas de cerrado ou savana tropical, que nunca foram floresta, inclusive todo o Estado de Mato Grosso, hoje um dos maiores celeiros do mundo", diz. Ele afirma que a maioria da população não quer entregar a Amazônia aos predadores, mas se dá o direito de interpretar o que o povo pensa a respeito da expansão sobre a floresta: "A grande maioria dos brasileiros não aceita a idéia da Amazônia como parque e sabe que este parque não se sustenta".
Revista IstoÉ

BRASIL CONFIDENCIAL
Brasília al mare
No final da década de 50, a argentina Mercedes Urquiza, que se tornou uma das pioneiras de Brasília, ciceroneou uma equipe da National Geographic que registrou a construção da nova capital. Mais tarde, Mercedes recebeu as fotos originais. Agora, elas farão parte de uma exposição que correrá o mundo a bordo do navio Brasil, da Marinha. Serão exibidas nos portos, ao lado de fotos atuais de Ruy Faquini. A exposição começa por Xangai no mês que vem.